Uma estudante americana de 9 anos morreu, nesta semana, depois de contrair uma ameba que se alojou e “devorou” parte de seu tecido cerebral. O protozoário que infectou Hally Yust, uma pequena entusiasta de esportes aquáticos, se desenvolve em água doce. As informações são do jornal The Mirror.
A estudante contraiu uma infecção chamada Meningoencefalite Amebiana Primária (MAP), causada pela ameba Naegleria fowleri, que invade e ataca o sistema nervoso humano. Segundo especialistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Kansas, nos Estados Unidos, onde a jovem vivia, esta doença é geralmente fatal.
“A infecção ocorre normalmente quando as pessoas vão nadar ou mergulhar em locais de água doce quente, como lagos e rios”, explicou um relatório do Centro.
A estudante contraiu uma infecção chamada Meningoencefalite Amebiana Primária (MAP), causada pela ameba Naegleria fowleri, que invade e ataca o sistema nervoso humano. Segundo especialistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Kansas, nos Estados Unidos, onde a jovem vivia, esta doença é geralmente fatal.
“A infecção ocorre normalmente quando as pessoas vão nadar ou mergulhar em locais de água doce quente, como lagos e rios”, explicou um relatório do Centro.
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Hally Yust Foto: Reprodução / Facebook / KWSF
A morte de Hally foi a segunda causada pela doença no Kansas. A primeira foi em 2011. Apesar disso, o epidemiologista Charles Hunt, que trabalha na organização, informou, nesta sexta-feira, que não havia nenhuma razão para acreditar que os casos de PAM estão em ascensão.
Os pais de Hally, Shon e Jenny Yust, afirmaram em comunicado: “Nossa preciosa filha amava a vida e sua maior alegria era brincar na água. Nós queremos que as pessoas saibam que esse acontecimento trágico é muito, muito raro e não é algo para ser temido”.
(TRILHA DA NOTÍCIA:http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/)

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