Foi o irmão do adolescente que o encontrou. “Ele está no chão desmaiado. Eu não sei por quanto tempo ele está aqui”, disse o rapaz em sua ligação para o serviço de emergência. Segundo investigadores, Stiner já estava morto.
Num primeiro momento, as autoridades acreditavam que morte de Stiner foi por causa de causas naturais. Porém, no mesmo dia, a mãe dele, Katie Stiner, encontrou sacos com cafeína em pó, guardados entre os pertences do estudante.
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Após a notificação da americana às autoridades, legistas acabaram descobrindo no sangue do adolescente 70 microgramas de cafeína por ml de sangue - ou seja, 20 microgramas a mais do que pode ser considerado uma dose fatal.
“É muito difícil prever a resposta de cada um à cafeína. Algumas pessoas são mais sensíveis do que outras”, explicou Bruce Goldberger, diretor de toxicologia da Universidade de Florida. “É aí que reside o problema. Se alguém tem uma condição médica não diagnosticada, podem ingerir cafeína não sabendo que pode ter um efeito prejudicial, tal como uma arritmia cardíaca, hipertensão ou ansiedade”.
Não está claro porque Stiner estava usando tanta cafeína. Segundo Katie, o filho já havia dito à ela que usava a substância como pré-treino para treinar wrestling na escola.
Logan planejava estudar engenharia química na Universidade de Toledo, nos Estados Unidos.
Assim como no Brasil, nos Estados Unidos, a cafeína é vendida livremente, sem precisar de prescrição médica.
“É muito difícil prever a resposta de cada um à cafeína. Algumas pessoas são mais sensíveis do que outras”, explicou Bruce Goldberger, diretor de toxicologia da Universidade de Florida. “É aí que reside o problema. Se alguém tem uma condição médica não diagnosticada, podem ingerir cafeína não sabendo que pode ter um efeito prejudicial, tal como uma arritmia cardíaca, hipertensão ou ansiedade”.
Não está claro porque Stiner estava usando tanta cafeína. Segundo Katie, o filho já havia dito à ela que usava a substância como pré-treino para treinar wrestling na escola.
Logan planejava estudar engenharia química na Universidade de Toledo, nos Estados Unidos.
Assim como no Brasil, nos Estados Unidos, a cafeína é vendida livremente, sem precisar de prescrição médica.
(TRILHA DA NOTÍCIA:http://extra.globo.com/noticias/mundo/)

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