Após reunião ontem com representantes da Anfavea ( Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que será mantida até pelo menos o fim do ano a redução na alíquota do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para carros novos.
O incentivo estava previsto para acabar hoje, dia 1º. O IPI de um modelo 1.0 popular com duas portas, que é de 3% atualmente, iria subir para 7%. O valor do carro zero mais barato do mercado, R$ 25 mil, iria subir para aproximadamente R$ 26,4 mil com a alíquota maior do IPI.
A medida do governo é um apoio ao setor que está com as vendas em baixa e ameaça fazer demissões em massa. De janeiro a maio, o volume de vendas de carro zero caiu 5,4% na comparação com o mesmo período de 2013.
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Para Luiz Moan, presidente da Anfavea, a “ajuda” do governo vem em boa hora. “O segundo semestre (com o IPI reduzido) pode ser melhor do que o primeiro”, disse.
Para carros com motor de 1.0 a 2.0 flex, a alíquota fica mantida em 9% – antes era 11%. Se fosse aplicado o imposto antigo, o preço do carro cujo valor é R$ 40 mil iria subir para aproximadamente R$ 40.880.
Os carros novos com motor entre 1.0 e 2.0 a gasolina ficam com o IPI em 10% até dezembro, escapando assim da alíquota cheia, que é de 13%.
Para carros com motor de 1.0 a 2.0 flex, a alíquota fica mantida em 9% – antes era 11%. Se fosse aplicado o imposto antigo, o preço do carro cujo valor é R$ 40 mil iria subir para aproximadamente R$ 40.880.
Os carros novos com motor entre 1.0 e 2.0 a gasolina ficam com o IPI em 10% até dezembro, escapando assim da alíquota cheia, que é de 13%.
(TRILHA DA NOTÍCIA:http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/)

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