Pelo menos 1.427 pessoas morreram de ebola nos últimos meses
Monróvia - O vice-diretor da Organização Mundial de
Saúde (OMS) para a Segurança Sanitária, Keiji Fukuda, alertou nesta
sexta-feira (22/8) que o trabalho de frear a epidemia de ebola "não será
fácil" e levará "vários meses".
"O ritmo e a extensão da aceleração do ebola estão em um nível jamais vistos. É uma situação sem precedentes", declarou Fukuda em uma entrevista coletiva com o coordenador da ONU contra o ebola, dr. David Nabarro, na sede da Missão das Nações Unidas na Libéria (Minul).
"O ritmo e a extensão da aceleração do ebola estão em um nível jamais vistos. É uma situação sem precedentes", declarou Fukuda em uma entrevista coletiva com o coordenador da ONU contra o ebola, dr. David Nabarro, na sede da Missão das Nações Unidas na Libéria (Minul).
"Nunca vimos uma situação do ebola cobrindo
as cidades e as zonas rurais tão rapidamente e com tal amplitude
geográfica", insistiu.
"Essa situação não vai se inverter de um dia para o outro, não vai ser fácil. Esperamos vários meses de trabalho árduo, vários meses lutando contra esta epidemia", disse Fukuda na coletiva de imprensa realizada na Monróvia, capital da Libéria, um dos países mais afetados pela crise.
"Essa situação não vai se inverter de um dia para o outro, não vai ser fácil. Esperamos vários meses de trabalho árduo, vários meses lutando contra esta epidemia", disse Fukuda na coletiva de imprensa realizada na Monróvia, capital da Libéria, um dos países mais afetados pela crise.
Em Genebra, a OMS divulgou nesta sexta o mais recente boletim sobre a doença, datado de 20 de agosto.
São pelo menos 1.427 mortos até o momento: 624, na Libéria; 406, na Guiné; 392, em Serra Leoa; e cinco, na Nigéria. Ao todo, foram registrados 2.615 casos, entre confirmados, prováveis, ou suspeitos.
"O principal objetivo da nossa vinda à Libéria é ver a epidemia do ebola com os olhos das pessoas, dos profissionais de Saúde, dos serviços do governo da Libéria, para ter uma medida dos problemas que vocês enfrentam nessa luta e compreender os desafios", explicou o dr. Nabarro, que chegou à Monróvia na quinta-feira à noite.
Ambos viajam pelos países afetados e ainda visitarão Freetown, Conacri e Abuja.
São pelo menos 1.427 mortos até o momento: 624, na Libéria; 406, na Guiné; 392, em Serra Leoa; e cinco, na Nigéria. Ao todo, foram registrados 2.615 casos, entre confirmados, prováveis, ou suspeitos.
"O principal objetivo da nossa vinda à Libéria é ver a epidemia do ebola com os olhos das pessoas, dos profissionais de Saúde, dos serviços do governo da Libéria, para ter uma medida dos problemas que vocês enfrentam nessa luta e compreender os desafios", explicou o dr. Nabarro, que chegou à Monróvia na quinta-feira à noite.
Ambos viajam pelos países afetados e ainda visitarão Freetown, Conacri e Abuja.
(TRILHA DA NOTÍCIA:http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/)
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